A biópsia

Acho que pior do que saber o que tem é não saber e ficar procurando respostas. O que eu queria mesmo era fazer a biópsia e saber exatamente o que eu tinha.
No dia da biópsia, 05/06, acordei às 6h da manhã porque depois das 6h30 eu não poderia comer mais nada, nem ao menos beber água… “meu Deus, vou sobreviver?”, rsrs. E o médico ainda fala para comer um lanchinho leve…ai, ai. Dr. Mauro que me desculpe, mas eu fiz foi um lanchão (claro, dentro do que meu estômago aguenta, rs).
A cirurgia estava marcada para às 16h30, mas houve um atraso e começou quase 18h. A última coisa que lembro que disse ao Dr. Mauro foi “Doutor, por favor, não me deixe passar fome depois da cirugia e o anestesista disse “você é pequenininha, mas come, heim”….parece até que ele me conhece.
Bom, o que me consumiu durante todos esses dias, antes, durante e após a biópsia foi a ansiedade de saber o que eu tinha. Eu não estava triste por que era quase certo de ser um linfoma, mas a incerteza. Se fosse, tudo bem, vamos tratar.
E assim, alguns dias depois, o Dr. Mauro me liga. Ele havia recebido a resposta do laboratório e como sabia que eu estava ansiosa (que atenção a dele, né?), me ligou para dizer que realmente era um linfoma, mas o tipo precisaríamos aguardar mais uns dias.
Enfim, dia 15/06, saiu o resultado final da biópsia: Linfoma de Hodgkin tipo clássico, subtipo esclerose nodular.

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